Em dívida com a Itália, Adriano dá adeus ao Fla para assinar com Roma
Cauê Rademaker
No Rio de JaneiroDez minutos antes de o treino do Flamengo começar, Adriano chegou à Gávea para se despedir dos companheiros e comissão técnica. No trajeto do estacionamento até o vestiário, concedeu alguns autógrafos e foi muito cumprimentado. Após o adeus emocionado aos companheiros, concedeu entrevista, na qual revelou estar retornando ao futebol italiano por conta de uma dívida.
ALGUNS MOMENTOS DE ADRIANO NO FLAMENGO
Adriano foi campeão brasileiro e um dos artilheiros da competição
Adriano encontra com Jorginho na praia; atacante ficou fora da Copa
Adriano foi assunto também por causa das confusões com a noiva
“Joguei sete temporadas lá na Itália e preciso voltar para apagar algumas coisas que eu fiz. Estou tendo essa oportunidade agora. Devia esse retorno aos italianos como respeito. Me apresentaram um bom projeto quero vencer lá”, disse Adriano.
O Imperador retornou ao Flamengo em maio do ano passado, após abandonar a Internazionale, de Milão, e, deprimido, ameaçou abandonar a carreira. Reencontrou no time da Gávea a felicidade, sendo campeão brasileiro ano passado. Contudo, da mesma forma que acumulou gols dentro de campo, arrumou polêmicas fora dele.
“A Roma sabe tudo o que fiz e passei aqui no Flamengo. Me deram um voto de confiança. Basta eu fazer por onde agora”, prosseguiu o atacante, que seguirá no dia 6 de junho para a Itália, quando acertará os últimos detalhes do acordo e assinará contrato.
Esta foi a segunda passagem de Adriano pelo Flamengo. A primeira ocorreu quando ainda era um menino e havia sido lançado no time de cima. Na ocasião, não teve muitas oportunidades, chegou a ser vaiado pelos torcedores e foi negociado. Neste seu retorno ao Flamengo, o jogador disputou 48 partidas e fez 34 gols.
Confira os principais trechos da despedida de Adriano:
ACERTO COM A ROMA
“Falta pouquinho, só alguns detalhes. Retomei minha felicidade e devo isso ao Flamengo. Voltei triste e magoado para cá ano passado, mas o Flamengo me deu felicidade. Mas devo também muito à Itália. Joguei sete temporadas lá e faltava alguma coisa para apagar o que eu fiz. Estou tendo essa oportunidade agora”
IMPERADOR
“Devia esse retorno a eles [italianos] como respeito. Foi algo bem pensado e estou muito feliz, é um belo projeto. Fico feliz de ser chamado de Imperador e jogar em uma cidade como Roma, conhecida como a cidade dos imperadores. Estou muito contente e espero me tornar ainda mais feliz em Roma”
DIRETORIA DO FLAMENGO
“Não tive nenhum problema no Flamengo. Foi o clube que me acolheu ano passado. Não tenho porque falar mal do Flamengo na minha saída. Foi a decisão que eu tomei, foi amigavelmente. O retorno foi pelo que eu devo à Itália”
CONTRATO COM A ROMA
“Conversei bastante com os diretores da Roma. Volto para lá sabendo das minhas responsabilidades. Aprendi muito aqui com meus erros. Já errei muito, não escondo nada da minha vida. Até porque não tem como. O que fiz, me arrependo, mas já passou e amadureci. A Roma sabe tudo o que fiz aqui no Flamengo e me deu um voto de confiança. Basta eu fazer por onde”
PARCERIA COM TOTTI
“Não posso nunca me comparar ao Totti. Ele tem um nível muito alto. Estou indo lá para ajudar a Roma a ganhar titulo. Até falei com ele ontem [quarta] por telefone, e espero que possamos ajudar o time juntos. Espero que ele me dê muitos passes. É um sonho que está sendo realizado”
ADRIANO NO FLAMENGO
48 partidas e 34 gols
18 jogos em 2010
ADEUS OU ATÉ LOGO?
“Adeus? Que isso, está maluco? Quando eu voltar, com certeza o Flamengo será sempre minha opção, como sempre foi. Espero fazer bom trabalho lá e voltar daqui a alguns anos. Com certeza o final da minha carreira será aqui. Senão minha avó me mata”
FLA 2009 X FLA 2010
“Ano passado tudo foi positivo. Falavam que eu não ia dar certo no Rio de Janeiro, mas dei a volta por cima, fui campeão brasileiro. Esse ano não foi como eu queria. Não começamos bem a temporada, poderia ser melhor. Queria muito ganhar o Carioca, estar na semifinal da Libertadores. Mas saio pela porta da frente. Todos aqui gostam de mim. Os resultados deste ano não pesaram para a minha saída. Desde o ano passado a Roma vem insistindo em me levar. No fim do ano já havia a proposta. Pensei muito na minha família e precisava voltar à Itália para apagar aquilo que fiz de errado. Quero mostrar para eles que não sou aquele. É muito mais orgulho do que dinheiro”
COPA DO MUNDO
“Essa copa para mim era a última. Não foi possível, mas não vou torcer contra. Tenho muitos amigos meus lá. Não estou disputando, mas fiz parte do grupo. Isso já é uma alegria para mim. Mas eu achava que iria porque o Dunga sempre falou que não importava o que acontecia comigo fora da seleção. Lá dentro sempre fiz meu trabalho, tive regularidade muito boa. Claro que fiquei chateado, mas a vida vai continuar. Eu também dei motivos para ele não me convocar”
POLÊMICAS FORA DE CAMPO
“Quando você tem um nome, fica famoso, é difícil fazer o que uma pessoa normal faz. Sempre vai ser criticado, falam muita besteira sobre mim. Fico chateado na hora, mas no outro dia estou rindo. Isso vai fazer sempre parte da minha vida. O importante é minha família. A gente cai para aprender a se levantar”
RELAÇÃO COM A IMPRENSA
“Agradeço a todos vocês também. Quer dizer, nem todos [risos]. Peço desculpas se tratei mal a alguém. Obrigado a todos, que sigam o caminho de vocês com sucesso”
DESPEDIDA DO ELENCO
“Não tem como não emocionar. Foi um grupo junto há um ano. Dar adeus a eles foi um momento de muita emoção, me despedi de todos. Estou com o coração na mão. Lá dentro do vestiário chorei com eles. É um grupo maravilhoso. Espero que eles estejam aqui quando eu retornar
Fonte Site Uol.
Advogado - Formado pela Faculdade de Campos dos Goytacazes/RJ em 1997 - Pós-Graduado em Processo Civil e Direito Civil. email - wprjunior@hotmail.com
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Fogos nas proximidades da Prefeitura
Roberto Moraes anunciou em seu Blog que neste momento foguestes explodem nas redondezas da sede da Prefeitura, no Parque Santo Amaro, em Campos.
Basta saber se os fogos são de grupo político rival comemorando a decisão do TRE, ou de militantes da Prefeita que sabem que a decisão não vai chegar a nenhum lugar.
Basta saber se os fogos são de grupo político rival comemorando a decisão do TRE, ou de militantes da Prefeita que sabem que a decisão não vai chegar a nenhum lugar.
Rosinha Pode Recorrer da Decisão no Cargo
Assim que for publicada a decisão do TRE-RJ que cassou o cargo da Prefeita Rosinha por uso indevido de meios de comunicação os advogados da prefeita vão impetrar recurso para o TSE.
O recurso que os advogados da Prefeita Rosinha Garotinho vão impetrar tem efeito suspensivo, ou seja, ela vai permanecer no cargo até a decisão do TSE.
Como a tese adotada pelo TRE-RJ, seguindo a Súmula 19 do TSE, os efeitos da condenação retroagem as eleições em que os fatos ocorreram, ou seja, em 2008.
Assim, sinceramente, como advogado e cidadão tenho certeza que a condenação da Prefeita Rosinha Garotinho não vai chegar a nenhum lugar.
Na verdade vai servir para mais uma vez o casal Garotinho usar o fato em palanque político, se fazendo de pobres coitados, mesmo que toda a população campista saiba que a Rádio e o Jornal O Diário fizeram campanha aberta para a Prefeita Rosinha.
São coisas que só acontecem aqui em CAMPOS DOS GOYTACAZES, onde eleição municipal é uma grande brincadeira.
O recurso que os advogados da Prefeita Rosinha Garotinho vão impetrar tem efeito suspensivo, ou seja, ela vai permanecer no cargo até a decisão do TSE.
Como a tese adotada pelo TRE-RJ, seguindo a Súmula 19 do TSE, os efeitos da condenação retroagem as eleições em que os fatos ocorreram, ou seja, em 2008.
Assim, sinceramente, como advogado e cidadão tenho certeza que a condenação da Prefeita Rosinha Garotinho não vai chegar a nenhum lugar.
Na verdade vai servir para mais uma vez o casal Garotinho usar o fato em palanque político, se fazendo de pobres coitados, mesmo que toda a população campista saiba que a Rádio e o Jornal O Diário fizeram campanha aberta para a Prefeita Rosinha.
São coisas que só acontecem aqui em CAMPOS DOS GOYTACAZES, onde eleição municipal é uma grande brincadeira.
Nota Oficial da Prefeita Rosinha Garotinho
A Prefeitura acabou de soltar nota oficial sobre a condenação de Rosinha pelo TRE. Leia abaixo…
COMUNICADO À IMPRENSA
Os advogados da prefeita de Campos, Rosinha Garotinho, e do vice-prefeito, Doutor Chicão, estão aguardando a publicação da decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) para então entrarem com recurso.
Os advogados deixam claro que a decisão do TRE não produz efeito imediato e que a prefeita Rosinha Garotinho e seu vice-prefeito Doutor Chicão permanecem nos cargos.
Rosinha e Doutor Chicão estão confiantes na Justiça e vão continuar trabalhando para tornar Campos uma cidade melhor para se viver.
COMUNICADO À IMPRENSA
Os advogados da prefeita de Campos, Rosinha Garotinho, e do vice-prefeito, Doutor Chicão, estão aguardando a publicação da decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) para então entrarem com recurso.
Os advogados deixam claro que a decisão do TRE não produz efeito imediato e que a prefeita Rosinha Garotinho e seu vice-prefeito Doutor Chicão permanecem nos cargos.
Rosinha e Doutor Chicão estão confiantes na Justiça e vão continuar trabalhando para tornar Campos uma cidade melhor para se viver.
TRE anunciou a cassação da Prefeita Rosinha Garotinho
TRE condena três políticos: Arnaldo, Garotinho e Rosinha
Ururau
Casal não se pronunciou
O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) anunciou nesta quinta-feira (27/05) decisões que mexem bruscamente no cenário político de Campos, que volta a ser manchete nos principais meios de comunicação do país por questões confusas na política.
Primeiro houve o anúncio oficial da cassação da Prefeita Rosinha Garotinho, ficando ainda inelegível junto de seu marido, Anthony Garotinho, por três anos, a contar de 2008. Mas ainda havia outra decisão, já que o TRE confirmou que o ex-prefeito e deputado federal Arnaldo Viana, que concorreu ao pleito em 2008 na disputa para Prefeitura de Campos e que foi o segundo colocado, ficando atrás de Rosinha Garotinho, também foi declarado inelegível por três anos e pelos mesmos motivos, abuso de poder econômico e dos meios de comunicação.
ENTENDA OS CASOS
NOTA OFICIAL - TRE-RJ torna casal Garotinho inelegível e cassa mandato de Rosinha
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro cassou o mandato da prefeita de Campos dos Goytacazes, Rosângela Rosinha Garotinho por abuso do poder econômico. Ela foi beneficiada pelas práticas panfletárias da rádio e do jornal O Diário, durante a campanha nas eleições 2008. Como Rosinha Garotinho obteve mais de 50% dos votos, o Tribunal convocou novas eleições para o município. O uso indevido dos meios de comunicação social também levou a Corte a tornar inelegíveis por três anos a prefeita cassada e o pré-candidato ao governo do Rio, Anthony Garotinho, além de três comunicadores da rádio O Diário.
Por precaução, o TRE-RJ vai aguardar eventuais recursos e embargos, antes de divulgar o calendário eleitoral para as eleições suplementares em Campos. Caso a prefeita recorra ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), há imediato efeito suspensivo, o que permite que ela aguarde o julgamento do recurso no cargo. Já um eventual recurso de Anthony Garotinho não produz o mesmo benefício. Apenas uma medida cautelar concedida pelo TSE pode manter a possível candidatura de Garotinho ao governo do Estado neste ano.
O julgamento chegou a ficar empatado em três votos a três. Coube ao presidente do TRE-RJ, desembargador Nametala Jorge, o voto de desempate. “Os fatos foram inadmissíveis. O pleito eleitoral tem que ter uma lisura absoluta, trata-se de um direito da sociedade”, justificou o desembargador. Os votos vencidos foram do relator do processo, juiz Célio Salim e dos juízes Leonardo Antonelli e Luiz de Mello Serra. Os desembargadores Sérgio Lúcio de Oliveira e Cruz e Raldênio Bonifácio acompanharam o voto divergente do revisor, juiz Luiz Márcio Pereira. Houve ainda um impasse quanto ao início da contagem do prazo de inelegibilidade.
O juiz Luiz Márcio Pereira defendeu a tese de que o prazo deveria contar a partir da decisão, no que foi acompanhado pelo desembargador Nametala Jorge. Mas os desembargadores Sérgio Lúcio de Oliveira e Cruz e Raldênio Bonifácio entenderam que deve prevalecer a Súmula 19 do TSE, com a contagem a partir das eleições em que os fatos ocorreram, ou seja, em 2008. Para resolver o impasse, o juiz Luiz Márcio Pereira adotou o prazo da Súmula, o que significa que Anthony Garotinho e os radialistas Linda Mara da Silva, Patrícia Cordeiro Alves e Everton Fabio Nunes Paes estão inelegíveis ate 2011.
NOTA OFICIAL - TRE-RJ torna Arnaldo Viana inelegível por três anos
O TRE-RJ tornou inelegível por três anos o candidato derrotado à Prefeitura de Campos dos Goytacazes em 2008, Arnaldo França Viana, por abuso de poder político e autoridade. Viana foi beneficiado pela contratação de funcionários terceirizados pela Prefeitura municipal, que apoiava a campanha do então candidato a prefeito.
Com a sentença, Arnaldo Viana não pode concorrer a cargo público até 2011. Pela legislação, mesmo um eventual recurso não beneficia Viana com efeito suspensivo, embora uma medida cautelar concedida Tribunal Superior Eleitoral (TSE) possa provocar a suspensão dos efeitos da decisão.
..........................................
Ururau
ururau@ururau.com.br
Ururau
Casal não se pronunciou
O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) anunciou nesta quinta-feira (27/05) decisões que mexem bruscamente no cenário político de Campos, que volta a ser manchete nos principais meios de comunicação do país por questões confusas na política.
Primeiro houve o anúncio oficial da cassação da Prefeita Rosinha Garotinho, ficando ainda inelegível junto de seu marido, Anthony Garotinho, por três anos, a contar de 2008. Mas ainda havia outra decisão, já que o TRE confirmou que o ex-prefeito e deputado federal Arnaldo Viana, que concorreu ao pleito em 2008 na disputa para Prefeitura de Campos e que foi o segundo colocado, ficando atrás de Rosinha Garotinho, também foi declarado inelegível por três anos e pelos mesmos motivos, abuso de poder econômico e dos meios de comunicação.
ENTENDA OS CASOS
NOTA OFICIAL - TRE-RJ torna casal Garotinho inelegível e cassa mandato de Rosinha
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro cassou o mandato da prefeita de Campos dos Goytacazes, Rosângela Rosinha Garotinho por abuso do poder econômico. Ela foi beneficiada pelas práticas panfletárias da rádio e do jornal O Diário, durante a campanha nas eleições 2008. Como Rosinha Garotinho obteve mais de 50% dos votos, o Tribunal convocou novas eleições para o município. O uso indevido dos meios de comunicação social também levou a Corte a tornar inelegíveis por três anos a prefeita cassada e o pré-candidato ao governo do Rio, Anthony Garotinho, além de três comunicadores da rádio O Diário.
Por precaução, o TRE-RJ vai aguardar eventuais recursos e embargos, antes de divulgar o calendário eleitoral para as eleições suplementares em Campos. Caso a prefeita recorra ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), há imediato efeito suspensivo, o que permite que ela aguarde o julgamento do recurso no cargo. Já um eventual recurso de Anthony Garotinho não produz o mesmo benefício. Apenas uma medida cautelar concedida pelo TSE pode manter a possível candidatura de Garotinho ao governo do Estado neste ano.
O julgamento chegou a ficar empatado em três votos a três. Coube ao presidente do TRE-RJ, desembargador Nametala Jorge, o voto de desempate. “Os fatos foram inadmissíveis. O pleito eleitoral tem que ter uma lisura absoluta, trata-se de um direito da sociedade”, justificou o desembargador. Os votos vencidos foram do relator do processo, juiz Célio Salim e dos juízes Leonardo Antonelli e Luiz de Mello Serra. Os desembargadores Sérgio Lúcio de Oliveira e Cruz e Raldênio Bonifácio acompanharam o voto divergente do revisor, juiz Luiz Márcio Pereira. Houve ainda um impasse quanto ao início da contagem do prazo de inelegibilidade.
O juiz Luiz Márcio Pereira defendeu a tese de que o prazo deveria contar a partir da decisão, no que foi acompanhado pelo desembargador Nametala Jorge. Mas os desembargadores Sérgio Lúcio de Oliveira e Cruz e Raldênio Bonifácio entenderam que deve prevalecer a Súmula 19 do TSE, com a contagem a partir das eleições em que os fatos ocorreram, ou seja, em 2008. Para resolver o impasse, o juiz Luiz Márcio Pereira adotou o prazo da Súmula, o que significa que Anthony Garotinho e os radialistas Linda Mara da Silva, Patrícia Cordeiro Alves e Everton Fabio Nunes Paes estão inelegíveis ate 2011.
NOTA OFICIAL - TRE-RJ torna Arnaldo Viana inelegível por três anos
O TRE-RJ tornou inelegível por três anos o candidato derrotado à Prefeitura de Campos dos Goytacazes em 2008, Arnaldo França Viana, por abuso de poder político e autoridade. Viana foi beneficiado pela contratação de funcionários terceirizados pela Prefeitura municipal, que apoiava a campanha do então candidato a prefeito.
Com a sentença, Arnaldo Viana não pode concorrer a cargo público até 2011. Pela legislação, mesmo um eventual recurso não beneficia Viana com efeito suspensivo, embora uma medida cautelar concedida Tribunal Superior Eleitoral (TSE) possa provocar a suspensão dos efeitos da decisão.
..........................................
Ururau
ururau@ururau.com.br
sábado, 17 de abril de 2010
Serra na Frente na Corrrida Presidencial
Datafolha: Serra 38% X 28% Dilma
Marina fica com 10% e Ciro bate em 9%
Tucano ganha mais com saída de Ciro
Pesquisa Datafolha publicada hoje (17.abr.2010) pela “Folha de S.Paulo” revela que a corrida presidencial não registrou mudanças bruscas na comparação com os números de três semanas atrás. O candidato José Serra (PSDB) está com 38% das intenções de voto contra 28% de Dilma Rousseff (PT). Em seguida está Marina Silva (PV), que registra 10%, à frente de Ciro Gomes (PSB), que pontuou 9%.
Há 7% que votarão em branco, nulo ou em nenhum. Outros 8% dizem ainda estar indecisos. O Datafolha entrevistou 2.600 pessoas em todo o país nos dias 15 e 16 deste mês de abril. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no TSE com o número 8383/2010.
Em março, Serra tinha 36% contra 27% de Dilma. A diferença entre ambos era de 9 pontos percentuais. Agora, é de 10 pontos. Ou seja, trata-se de uma oscilação dentro da margem de erro da pesquisa. Todas os levantamentos eleitorais, de todos os institutos, estão disponíveis na página de pesquisas do UOL. A seguir, os dados do principal cenário divulgado pelo Datafolha hoje (17.abr.2010):
A pesquisa Datafolha divulgada hoje (17.abr.2010) foi realizada 5 dias depois do lançamento oficial de José Serra como candidato a presidente pelo PSDB, no último dia 10 de abril. Ou seja, tratava-se de um momento supostamente muito favorável ao tucano. No entanto, ele oscilou positivamente apenas dentro da margem de erro do levantamento.
Em fevereiro, o Datafolha usou o mesmo procedimento. Fez uma pesquisa 5 dias depois de Dilma Rousseff ser lançada candidata a presidente pelo PT. Na oportunidade, a petista se consolidou acima dos 25%.
Há indicações de que tanto Serra como Dilma chegaram a um determinado ponto limite nas suas campanhas –considerando as estratégias de ambos até o momento. Talvez os dois candidatos devam agora considerar uma alteração nessas estratégias, cada um a seu modo, numa tentativa de ganhar mais apoios.
No caso do tucano, ele ficou se preservando durante meses, inclusive negando ser candidato. Deu certo, mas ele parece estacionado no mesmo lugar desde o ano passado (sem contar a queda registrada há dois meses). Já a petista esteve sempre exposta ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Também deu muito certo por um tempo, mas agora talvez seja insuficiente para que ela deslanche como deseja o PT.
Sem Ciro O Datafolha testou um cenário no qual Ciro Gomes é retirado do quadro de candidatos. Não está claro ainda se o PSB vai lançá-lo oficialmente na disputa. Nessa simulação, a diferença entre Serra e Dilma alarga-se um pouco. O tucano fica com 42% contra 30% da petista –uma distância de 12 pontos.
Ou seja, Serra "herda" quatro pontos de Ciro. Já Dilma fica com dois pontos a mais sem o candidato do PSB no páreo. Marina Silva vai a 12% (ganho de dois pontos). Nesse cenário, há 8% de indecisos e também 8% dizendo votar em branco, nulo ou em nenhum.
Tendências
Em termos de tendências, o Datafolha mostra o seguinte:
1) Serra – o tucano parece ter realmente voltado ao seu patamar do final de 2009, entre 35% e 40% das intenções de voto;
2) Dilma – a petista está consolidada de maneira consistente acima dos 25%. Em 2010, pontuou sempre 27% e 28% no Datafolha. A consistência pode ser comprovada na intenção de voto espontânea (quadro mais abaixo);
3) Ciro – o candidato do PSB parece estar realmente numa trajetória de queda lenta, gradual e constante. Tinha 13% em dezembro. Oscilou para 12% em fevereiro. Foi a 11% em março. E, agora, num período de três semanas, bateu em 9%;
4) Marina – pela primeira vez atingiu 10% no Datafolha e ficou numericamente à frente de Ciro, embora ambos estejam estatisticamente empatados. Não há como dizer ainda qual foi a razão dessa oscilação positiva da candidata do PV. Será necessário esperar outras pesquisas para verificar se a curva de alta se mantém.
Segundo turno
Numa simulação de segundo turno, Serra tem 50% e Dilma fica com 40%. No final de março, os percentuais eram 48% e 39%. A variação se deu, portanto, dentro da margem de erro.
O Datafolha testou também um eventual segundo turno entre Dilma e Ciro. A petista marcou 47% contra 36% do deputado do PSB.
Espontânea e nanicos Ao questionar os eleitores sem mostrar os nomes dos candidatos, o Datafolha registrou agora um empate: Dilma tem 13% e Serra aparece com 12%. No mês passado, a petista tinha 12% e o tucano estava com 8%. Os dois concorrentes apresentam curvas ascendentes. Eis os dados:
Pela segunda vez o Datafolha testou os candidatos de partidos pequenos. Apenas no cenário em que não aparece Ciro, 2 nanicos pontuam 1% cada: Mário de Oliveira (PT do B) e Zé Maria (PSTU). Nessa hipótese, Serra tem 40%, Dilma fica com 29% e Marina registra 11%. Eis os dados:
Rejeição Esse quadro teve pouquíssima alteração em relação há 3 semanas. Só houve oscilações dentro da margem de erro. É sempre bom lembrar que a rejeição está relacionada ao grau de conhecimento que os eleitores têm sobre os candidatos. Por essa razão os candidatos mais conhecidos acabam sendo, algumas vezes, os mais rejeitados.
Marina fica com 10% e Ciro bate em 9%
Tucano ganha mais com saída de Ciro
Pesquisa Datafolha publicada hoje (17.abr.2010) pela “Folha de S.Paulo” revela que a corrida presidencial não registrou mudanças bruscas na comparação com os números de três semanas atrás. O candidato José Serra (PSDB) está com 38% das intenções de voto contra 28% de Dilma Rousseff (PT). Em seguida está Marina Silva (PV), que registra 10%, à frente de Ciro Gomes (PSB), que pontuou 9%.
Há 7% que votarão em branco, nulo ou em nenhum. Outros 8% dizem ainda estar indecisos. O Datafolha entrevistou 2.600 pessoas em todo o país nos dias 15 e 16 deste mês de abril. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no TSE com o número 8383/2010.
Em março, Serra tinha 36% contra 27% de Dilma. A diferença entre ambos era de 9 pontos percentuais. Agora, é de 10 pontos. Ou seja, trata-se de uma oscilação dentro da margem de erro da pesquisa. Todas os levantamentos eleitorais, de todos os institutos, estão disponíveis na página de pesquisas do UOL. A seguir, os dados do principal cenário divulgado pelo Datafolha hoje (17.abr.2010):
A pesquisa Datafolha divulgada hoje (17.abr.2010) foi realizada 5 dias depois do lançamento oficial de José Serra como candidato a presidente pelo PSDB, no último dia 10 de abril. Ou seja, tratava-se de um momento supostamente muito favorável ao tucano. No entanto, ele oscilou positivamente apenas dentro da margem de erro do levantamento.
Em fevereiro, o Datafolha usou o mesmo procedimento. Fez uma pesquisa 5 dias depois de Dilma Rousseff ser lançada candidata a presidente pelo PT. Na oportunidade, a petista se consolidou acima dos 25%.
Há indicações de que tanto Serra como Dilma chegaram a um determinado ponto limite nas suas campanhas –considerando as estratégias de ambos até o momento. Talvez os dois candidatos devam agora considerar uma alteração nessas estratégias, cada um a seu modo, numa tentativa de ganhar mais apoios.
No caso do tucano, ele ficou se preservando durante meses, inclusive negando ser candidato. Deu certo, mas ele parece estacionado no mesmo lugar desde o ano passado (sem contar a queda registrada há dois meses). Já a petista esteve sempre exposta ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Também deu muito certo por um tempo, mas agora talvez seja insuficiente para que ela deslanche como deseja o PT.
Sem Ciro O Datafolha testou um cenário no qual Ciro Gomes é retirado do quadro de candidatos. Não está claro ainda se o PSB vai lançá-lo oficialmente na disputa. Nessa simulação, a diferença entre Serra e Dilma alarga-se um pouco. O tucano fica com 42% contra 30% da petista –uma distância de 12 pontos.
Ou seja, Serra "herda" quatro pontos de Ciro. Já Dilma fica com dois pontos a mais sem o candidato do PSB no páreo. Marina Silva vai a 12% (ganho de dois pontos). Nesse cenário, há 8% de indecisos e também 8% dizendo votar em branco, nulo ou em nenhum.
Tendências
Em termos de tendências, o Datafolha mostra o seguinte:
1) Serra – o tucano parece ter realmente voltado ao seu patamar do final de 2009, entre 35% e 40% das intenções de voto;
2) Dilma – a petista está consolidada de maneira consistente acima dos 25%. Em 2010, pontuou sempre 27% e 28% no Datafolha. A consistência pode ser comprovada na intenção de voto espontânea (quadro mais abaixo);
3) Ciro – o candidato do PSB parece estar realmente numa trajetória de queda lenta, gradual e constante. Tinha 13% em dezembro. Oscilou para 12% em fevereiro. Foi a 11% em março. E, agora, num período de três semanas, bateu em 9%;
4) Marina – pela primeira vez atingiu 10% no Datafolha e ficou numericamente à frente de Ciro, embora ambos estejam estatisticamente empatados. Não há como dizer ainda qual foi a razão dessa oscilação positiva da candidata do PV. Será necessário esperar outras pesquisas para verificar se a curva de alta se mantém.
Segundo turno
Numa simulação de segundo turno, Serra tem 50% e Dilma fica com 40%. No final de março, os percentuais eram 48% e 39%. A variação se deu, portanto, dentro da margem de erro.
O Datafolha testou também um eventual segundo turno entre Dilma e Ciro. A petista marcou 47% contra 36% do deputado do PSB.
Espontânea e nanicos Ao questionar os eleitores sem mostrar os nomes dos candidatos, o Datafolha registrou agora um empate: Dilma tem 13% e Serra aparece com 12%. No mês passado, a petista tinha 12% e o tucano estava com 8%. Os dois concorrentes apresentam curvas ascendentes. Eis os dados:
Pela segunda vez o Datafolha testou os candidatos de partidos pequenos. Apenas no cenário em que não aparece Ciro, 2 nanicos pontuam 1% cada: Mário de Oliveira (PT do B) e Zé Maria (PSTU). Nessa hipótese, Serra tem 40%, Dilma fica com 29% e Marina registra 11%. Eis os dados:
Rejeição Esse quadro teve pouquíssima alteração em relação há 3 semanas. Só houve oscilações dentro da margem de erro. É sempre bom lembrar que a rejeição está relacionada ao grau de conhecimento que os eleitores têm sobre os candidatos. Por essa razão os candidatos mais conhecidos acabam sendo, algumas vezes, os mais rejeitados.
segunda-feira, 29 de março de 2010
Renato Barbosa ainda Vive
Fiquei satisfeito com a reportagem da Folha da Manhã de ontem com o Dentista Marco Barcelos afirmando que o grupo de amigos de Renato Barbosa continua unido e não vai deixar de lutar pelos seus ideais.
Sinceramente, conheço algumas pessoas do grupo e posso afirmar que o grupo de amigos de Renato Barbosa é na politíca um grupo diferenciado, pois lutam por ideais e não por cargos. Vale ressaltar, que o grupo continuou ao lado de Renato Barbosa mesmo quando ele não era vereador.
Na reportagem três pessoas do grupo são citadas, Marco Barcelos que é dentista, Marcos Uelbe e José Eduardo que são advogados, profissionais bem sucedidos que não precisam de cargos políticos.
Leia a Reportagam a abaixo
Projeto de Renato Barbosa vive no PT de Campos
Por Aluysio, em 27-03-2010 - 18h53
O projeto que o petista Renato Barbosa tinha para Campos não morreu com ele. Pelo menos é o que garante aquele que em vida foi um de seus maiores amigos e principais colaboradores, o odontólgo Marco Barcelos. Herdado por Odisséia Carvalho junto com o mandato na Câmara, o grupo de Renatinho teve força para fazer a secretaria Geral da nova executiva municipal, com o advogado Marcos Welber, o Marcão, que junto com seu xará dentista, são aventados para uma candidatura a vereador, pelo PT, em 2012 — chance que aumentaria substancialmente caso Odisséia confirme sua intenção já manifesta de se lançar à Prefeitura de Campos no próximo pleito.
Para credenciá-la à sucessão da prefeita Rosinha (PMDB), Barcelos fala em nome do grupo de Renato ao afirmar que a vereadora petista tem honrado o único mandato do partido na Câmara. E embora concorde que há diferenças entre os dois, acredita que Odisséia tem evoluído tecnicamente em sua atuação parlamentar. Além, afirma que Renato Barbosa, também teria defendido a CPI dos Royalties. Ele só discorda de que o grupo de petistas que tentou ridicularizar publicamente Renatinho tenha agora se tornado aliado do grupo de Odisséia e do seu marido e presidente do partido em Campos, Eduardo Peixoto, preferindo tratar o movimento como fruto da filosofia adotada por este para agregar politicamente todas as correntes locais do PT. Mas ao revelar que os ataques a Renato não cessaram nem após sua morte, rechaçando qualquer possibilidade de ligação com seu autor, Marco usa para classificá-lo o mesmo adjetivo contundente que o falecido vereador empregava em vida (aqui): “canalha!”
Falando em nome do grupo de Renato Barbosa, de quem foi grande amigo, o petista Marco Barcelos revelou que os ataques de companheiros do próprio partido ao falecido verador não cessaram nem após sua morte (foto de Mauro de Souza)
Blog — Com a morte de Renatinho Barbosa, como ficou o seu grupo, do qual você faz parte, no exercício do seu mandato de vereador, único do PT na Câmara, por Odisséia Carvalho?
Marco Barcelos — O nosso grupo é forte e continua vivo. Diante da morte de Renato, nos reunimos e decidimos dar continuidade aos projetos políticos dele. Nós temos certeza de que seria esta a vontade do nosso irmão. Ele sonhava com uma Campos melhor, mas esse sonho não era só dele, era do grupo: permanecem conosco.
Blog — Em entrevist a este blog, publicada no último sábado (aqui), o presidente da Câmara, Nelson Nahim (PR), disse que Renato e Odisséia, embora amigos, tem “personalidades muito diferentes”. Se concorda, como essas diferenças se manifestam na atuação política e parlamentar de ambos?
Marco — De fato, são duas pessoas distintas, cada qual com sua personalidade, apesar de partilharem as mesmas ideologias partidárias. Renato era advogado e tinha um melhor entendimento parlamentar, no sentido de elaboração de leis e projetos. Já Odisséia tem uma origem sindicalista. Tem pouca experiência como vereadora, mas temos observado que, tecnicamente, ela se supera a cada dia. Nosso grupo decidiu dar apoio a ela, pois, mesmo não sendo igual a Renato, tem objetivos nobres, com os quais concordamos.
Blog — Em seu ponto de vista e no do grupo de Renatinho, Odisséia acertou ao insistir com a proposta da CPI dos Royalties, mesmo depois de abandonada pela bancada de oposição? Acredita que Renato agiria diferente? De uma maneira geral, acha que suas bandeiras estão sendo bem conduzidas por Odisséia?
Marco — Quando vereador, Renato se manteve na oposição. Não aquela feita de maneira irresponsável, com o único objetivo de derrubar o prefeito. O que ele sempre exigiu foi transparência e probidade. Para isso, se valia até mesmo de requerimentos junto ao Ministério Público. Dessa forma, sim, acreditamos que ele agiria do mesmo modo que Odisséia vem atuando e concordamos com isso. Não se deixaria abater pelo repúdio da situação. Vemos que o PT vem sendo bem representado por ela, com uma conduta íntegra.
Blog — Odisséia, como o blog antecipou com exclusividade (aqui), se reuniu na semana passada com o advogado e blogueiro Cleber Tinoco, com vistas a uma assessoria jurídica para exigir na Justiça os três pedidos de informação, sobre obras do governo Rosinha, negados pela bancada governista, na mesma sessão em que todos os demais vereadores negaram a CPI dos Royalties. No grupo de Renato há dois advogados, o Marcos Welber (Marcão) e o José Eduardo Pessanha da Silva. Eles estão trabalhando em conjunto com o Cleber? Parece que Odisséia ainda não ingressou no Ministério Público porque ainda está sem a ata daquela sessão. Sabe como está essa questão?
Marco — Na realidade, os advogados do nosso grupo estão à disposição de Odisséia, mas não trabalham em conjunto com Cleber Tinoco. Os serviços que vêm sendo prestados por eles ao gabinete da vereadora é de assessoria jurídica e parlamentar, bem como de atendimento comunitário à população carente. A questão da ata continua na mesma: ainda não foi entregue para as devidas providências.
Blog — Não só Renato e Odisséia, como também Hugo Diniz, Hélio Anomal e o (hoje) ex-petista Makhoul Moussalém, foram pública e reiteradamente ridicularizados por um grupo do próprio PT que, após garantir uma vaga na executiva do partido, hoje parece ter se aliado à vereadora e ao seu marido, o presidente Eduardo Peixoto. Como você e o grupo de Renato reagiram aos ataques que ele sofreu, muitos até de ordem pessoal, por parte de companheiros do mesmo partido, e como vocês vêem essa aparente pacificação atual?
Marco — Uma pessoa traiu nossa confiança, atacando os companheiros de uma forma estúpida. Esse covarde não mostra a cara e se esconde por trás de um blog, mas já sabemos quem ele é. Prova de seu desequilíbrio é o fato de ele atacar até mesmo as pessoas do seu próprio grupo. Ora, ninguém precisa ser amigo, mas estamos dentro de um mesmo partido, o que se espera, ao menos, é respeito, ainda que as idéias sejam diferentes. Esta pessoa não teve consideração nenhuma ao nosso irmão Renatinho, mesmo após a sua morte. Assim, não temos e não queremos qualquer ligação com esse canalha. Não consideramos que houve uma aliança entre o atual presidente do PT em Campos e o grupo ao qual você se refere. O fato é que Eduardo Peixoto adotou com habilidade uma filosofia de agregar todas as correntes do partido.
Blog — Na nova executiva municipal do PT, além deles próprios como vogal e presidente, Odisséia e Eduardo fizeram também o André na secretaria de Formação Política. Helinho Anomal fez o Hugo Diniz na tesouraria e a Edilma no CEM. O Félix Manhães fez Robinho na vice-presidência, o grupo ligado ao Roberto Moraes fez Fábio Paes na Comunicação e o de vocês o Marcão na secretaria Geral. Foi uma divisão justa?
Marco — Sim. Vemos que a escolha das pessoas para os cargos foi realizada de uma maneira bem democrática. Não houve, simplesmente, indicações. Cada qual conquistou seu lugar através do poder de voto que demonstrou ter durante a eleição para presidente do partido. Não há o que se questionar quanto a isso. Eduardo Peixoto conduziu de maneira pacífica a distribuição dos cargos.
Blog — Você e seu xará, o Marcão, aparecem como os dois nomes politicamente mais fortes do grupo de Renatinho. Algum dos dois pensa em se lançar a vereador em 2012, ou isso depende de Odisséia vir ou não à prefeita? E agora, em 2010, quem vocês vão apoiar para deputado estadual, federal e senador?
Marco — No grupo não há pessoas mais fortes que outras. Como o próprio nome sugere, somos um grupo. Só temos força se unidos. Uma coisa é certa: o PT terá um vereador deste grupo em 2012, mas não definimos o nome ainda. Melhor seria se Odisséia se lançasse candidata a prefeita, mas, caso isso não aconteça, não vai adiar nossos planos. Agora para 2010, vamos apoiar para deputado estadual Rodrigo Neves, Vladimir Palmeira para federal e, para senador, se vencedor das prévias, Lindberg Farias. Todos do Partido dos Trabalhadores.
Sinceramente, conheço algumas pessoas do grupo e posso afirmar que o grupo de amigos de Renato Barbosa é na politíca um grupo diferenciado, pois lutam por ideais e não por cargos. Vale ressaltar, que o grupo continuou ao lado de Renato Barbosa mesmo quando ele não era vereador.
Na reportagem três pessoas do grupo são citadas, Marco Barcelos que é dentista, Marcos Uelbe e José Eduardo que são advogados, profissionais bem sucedidos que não precisam de cargos políticos.
Leia a Reportagam a abaixo
Projeto de Renato Barbosa vive no PT de Campos
Por Aluysio, em 27-03-2010 - 18h53
O projeto que o petista Renato Barbosa tinha para Campos não morreu com ele. Pelo menos é o que garante aquele que em vida foi um de seus maiores amigos e principais colaboradores, o odontólgo Marco Barcelos. Herdado por Odisséia Carvalho junto com o mandato na Câmara, o grupo de Renatinho teve força para fazer a secretaria Geral da nova executiva municipal, com o advogado Marcos Welber, o Marcão, que junto com seu xará dentista, são aventados para uma candidatura a vereador, pelo PT, em 2012 — chance que aumentaria substancialmente caso Odisséia confirme sua intenção já manifesta de se lançar à Prefeitura de Campos no próximo pleito.
Para credenciá-la à sucessão da prefeita Rosinha (PMDB), Barcelos fala em nome do grupo de Renato ao afirmar que a vereadora petista tem honrado o único mandato do partido na Câmara. E embora concorde que há diferenças entre os dois, acredita que Odisséia tem evoluído tecnicamente em sua atuação parlamentar. Além, afirma que Renato Barbosa, também teria defendido a CPI dos Royalties. Ele só discorda de que o grupo de petistas que tentou ridicularizar publicamente Renatinho tenha agora se tornado aliado do grupo de Odisséia e do seu marido e presidente do partido em Campos, Eduardo Peixoto, preferindo tratar o movimento como fruto da filosofia adotada por este para agregar politicamente todas as correntes locais do PT. Mas ao revelar que os ataques a Renato não cessaram nem após sua morte, rechaçando qualquer possibilidade de ligação com seu autor, Marco usa para classificá-lo o mesmo adjetivo contundente que o falecido vereador empregava em vida (aqui): “canalha!”
Falando em nome do grupo de Renato Barbosa, de quem foi grande amigo, o petista Marco Barcelos revelou que os ataques de companheiros do próprio partido ao falecido verador não cessaram nem após sua morte (foto de Mauro de Souza)
Blog — Com a morte de Renatinho Barbosa, como ficou o seu grupo, do qual você faz parte, no exercício do seu mandato de vereador, único do PT na Câmara, por Odisséia Carvalho?
Marco Barcelos — O nosso grupo é forte e continua vivo. Diante da morte de Renato, nos reunimos e decidimos dar continuidade aos projetos políticos dele. Nós temos certeza de que seria esta a vontade do nosso irmão. Ele sonhava com uma Campos melhor, mas esse sonho não era só dele, era do grupo: permanecem conosco.
Blog — Em entrevist a este blog, publicada no último sábado (aqui), o presidente da Câmara, Nelson Nahim (PR), disse que Renato e Odisséia, embora amigos, tem “personalidades muito diferentes”. Se concorda, como essas diferenças se manifestam na atuação política e parlamentar de ambos?
Marco — De fato, são duas pessoas distintas, cada qual com sua personalidade, apesar de partilharem as mesmas ideologias partidárias. Renato era advogado e tinha um melhor entendimento parlamentar, no sentido de elaboração de leis e projetos. Já Odisséia tem uma origem sindicalista. Tem pouca experiência como vereadora, mas temos observado que, tecnicamente, ela se supera a cada dia. Nosso grupo decidiu dar apoio a ela, pois, mesmo não sendo igual a Renato, tem objetivos nobres, com os quais concordamos.
Blog — Em seu ponto de vista e no do grupo de Renatinho, Odisséia acertou ao insistir com a proposta da CPI dos Royalties, mesmo depois de abandonada pela bancada de oposição? Acredita que Renato agiria diferente? De uma maneira geral, acha que suas bandeiras estão sendo bem conduzidas por Odisséia?
Marco — Quando vereador, Renato se manteve na oposição. Não aquela feita de maneira irresponsável, com o único objetivo de derrubar o prefeito. O que ele sempre exigiu foi transparência e probidade. Para isso, se valia até mesmo de requerimentos junto ao Ministério Público. Dessa forma, sim, acreditamos que ele agiria do mesmo modo que Odisséia vem atuando e concordamos com isso. Não se deixaria abater pelo repúdio da situação. Vemos que o PT vem sendo bem representado por ela, com uma conduta íntegra.
Blog — Odisséia, como o blog antecipou com exclusividade (aqui), se reuniu na semana passada com o advogado e blogueiro Cleber Tinoco, com vistas a uma assessoria jurídica para exigir na Justiça os três pedidos de informação, sobre obras do governo Rosinha, negados pela bancada governista, na mesma sessão em que todos os demais vereadores negaram a CPI dos Royalties. No grupo de Renato há dois advogados, o Marcos Welber (Marcão) e o José Eduardo Pessanha da Silva. Eles estão trabalhando em conjunto com o Cleber? Parece que Odisséia ainda não ingressou no Ministério Público porque ainda está sem a ata daquela sessão. Sabe como está essa questão?
Marco — Na realidade, os advogados do nosso grupo estão à disposição de Odisséia, mas não trabalham em conjunto com Cleber Tinoco. Os serviços que vêm sendo prestados por eles ao gabinete da vereadora é de assessoria jurídica e parlamentar, bem como de atendimento comunitário à população carente. A questão da ata continua na mesma: ainda não foi entregue para as devidas providências.
Blog — Não só Renato e Odisséia, como também Hugo Diniz, Hélio Anomal e o (hoje) ex-petista Makhoul Moussalém, foram pública e reiteradamente ridicularizados por um grupo do próprio PT que, após garantir uma vaga na executiva do partido, hoje parece ter se aliado à vereadora e ao seu marido, o presidente Eduardo Peixoto. Como você e o grupo de Renato reagiram aos ataques que ele sofreu, muitos até de ordem pessoal, por parte de companheiros do mesmo partido, e como vocês vêem essa aparente pacificação atual?
Marco — Uma pessoa traiu nossa confiança, atacando os companheiros de uma forma estúpida. Esse covarde não mostra a cara e se esconde por trás de um blog, mas já sabemos quem ele é. Prova de seu desequilíbrio é o fato de ele atacar até mesmo as pessoas do seu próprio grupo. Ora, ninguém precisa ser amigo, mas estamos dentro de um mesmo partido, o que se espera, ao menos, é respeito, ainda que as idéias sejam diferentes. Esta pessoa não teve consideração nenhuma ao nosso irmão Renatinho, mesmo após a sua morte. Assim, não temos e não queremos qualquer ligação com esse canalha. Não consideramos que houve uma aliança entre o atual presidente do PT em Campos e o grupo ao qual você se refere. O fato é que Eduardo Peixoto adotou com habilidade uma filosofia de agregar todas as correntes do partido.
Blog — Na nova executiva municipal do PT, além deles próprios como vogal e presidente, Odisséia e Eduardo fizeram também o André na secretaria de Formação Política. Helinho Anomal fez o Hugo Diniz na tesouraria e a Edilma no CEM. O Félix Manhães fez Robinho na vice-presidência, o grupo ligado ao Roberto Moraes fez Fábio Paes na Comunicação e o de vocês o Marcão na secretaria Geral. Foi uma divisão justa?
Marco — Sim. Vemos que a escolha das pessoas para os cargos foi realizada de uma maneira bem democrática. Não houve, simplesmente, indicações. Cada qual conquistou seu lugar através do poder de voto que demonstrou ter durante a eleição para presidente do partido. Não há o que se questionar quanto a isso. Eduardo Peixoto conduziu de maneira pacífica a distribuição dos cargos.
Blog — Você e seu xará, o Marcão, aparecem como os dois nomes politicamente mais fortes do grupo de Renatinho. Algum dos dois pensa em se lançar a vereador em 2012, ou isso depende de Odisséia vir ou não à prefeita? E agora, em 2010, quem vocês vão apoiar para deputado estadual, federal e senador?
Marco — No grupo não há pessoas mais fortes que outras. Como o próprio nome sugere, somos um grupo. Só temos força se unidos. Uma coisa é certa: o PT terá um vereador deste grupo em 2012, mas não definimos o nome ainda. Melhor seria se Odisséia se lançasse candidata a prefeita, mas, caso isso não aconteça, não vai adiar nossos planos. Agora para 2010, vamos apoiar para deputado estadual Rodrigo Neves, Vladimir Palmeira para federal e, para senador, se vencedor das prévias, Lindberg Farias. Todos do Partido dos Trabalhadores.
sexta-feira, 26 de março de 2010
Fim de Julgamento de Alexandre Nardoni
Saiu neste instante a sentença de Alexandre Nardoni e Ana Jatoba, o conselho de sentença composto por sete jurados optou pela culpabilidade dos réus.
Como advogado não tenho condições de emitir qualquer opinião.
Como pai de uma linda menina de 03 anos, não entendo como um pai pode fazer qualquer coisa contra a integridade física de sua filha, espero, sinceramente, que a justiça tenha sido feito, a dos homens e a de Deus, que sem dúvida sabe de fato o que aconteceu.
Como advogado não tenho condições de emitir qualquer opinião.
Como pai de uma linda menina de 03 anos, não entendo como um pai pode fazer qualquer coisa contra a integridade física de sua filha, espero, sinceramente, que a justiça tenha sido feito, a dos homens e a de Deus, que sem dúvida sabe de fato o que aconteceu.
LEGIÃO URBANA
Um dos grupos de rock mais importantes para o movimento BRock, o Legião Urbana surgiu em Brasília em 1983, numa época fértil do cenário roqueiro da capital federal. A origem do grupo vem da banda punk Aborto Elétrico, integrada por Renato Russo no final dos anos 70. A Russo, vocalista e baixista, juntaram-se o guitarrista Dado Villa-Lobos e o baterista Marcelo Bonfá, que integraram o clássico trio. O baixista Negrete participou de alguns discos históricos, como "Que País É Esse?", e de muitos shows. Nos anos 80 passam a fazer sucesso fora de Brasília, tocando principalmente no Circo Voador (Rio de Janeiro) e emplacam de cara algumas de suas mais famosas, como "Que País É Esse?", "Geração Coca-Cola", e "Ainda É Cedo". O primeiro compacto foi lançado em 1985, com "Será", e obteve ampla aceitação do público jovem em todo o Brasil. A partir daí o Legião Urbana se tornou uma febre, angariando milhares de fãs nas décadas de 80 e 90 e sendo considerada a maior banda de rock do país. No total foram oito discos lançados até a morte do vocalista Renato Russo, em 1996, vítima de Aids. Russo gravou também dois discos como cantor, um com músicas italianas e outro lançado postumamente. Sua morte reativou uma espécie de mitologia sobre seu nome, tornando-o um ídolo entre adolescentes que sequer acompanharam a fase mais popular do Legião Urbana. Alguns dos maiores sucessos do Legião Urbana foram "Quase sem Querer", "Eduardo e Mônica", "Faroeste Caboclo", "Pais e Filhos", "Meninos e Meninas" e "Angra dos Reis".
quinta-feira, 25 de março de 2010
OPERAÇÃO DA POLÍCIA FEDERAL E RECEITA FEDERAL NO CAMELÓDROMO
Várias ruas estão interditadas
Na manhã desta quinta-feira (25/03), uma mega operação da Polícia Federal e da Receita Federal, está sendo realizada no Shopping Popualar Michel Haddad (Camelódromo). Segundo o delegado titular da PF em Campos, Paulo Cassiano, as mercadorias da bancas que não tiverem as notas de seus produtos e/ou licença para funcionar, serão retiradas. Com a presença de dezenas de policiais federais, 15 caminhões Baú e três ônibus, a operação tem autorização para arrombarem as bancas, caso os propietários não venham a comparecer ao local.
Mesmo sabendo que as mercadorias não tem nota fiscal, e são na sua quase maioria falsificadas, fiquei triste em ver o rosto dos comerciantes do camelódromo observando as suas bancas sendo arronbadas e suas mercadorias sendo apreendidas.
terça-feira, 23 de março de 2010
Parabéns Doutor Ronaldo Assed
Na tarde de ontem o Doutor Ronaldo Assed foi empossado como desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro/RJ.
Para quem não conhece o Doutor Ronaldo Assed era juiz do Juizado Especial Criminal da Comarca de Campos dos Goytacazes/RJ., e com quem tive o prazer de aprender muito, um exemplo de juiz e de cidadão.
Parabéns
Juros para pessoa física atingem em fevereiro menor nível desde 1994
Os juros de empréstimos bancários para pessoa física atingiram em fevereiro 41,9% ao ano, a menor taxa desde o início da série histórica, em 1994, segundo dados divulgados nesta terça-feira pelo Banco Central.
Em janeiro, havia sido de 43% e, em fevereiro do ano passado, no auge da crise econômica, a taxa média era de 52,6%.
Para linhas destinadas a pessoas jurídicas, a taxa média foi de 25,9% ao ano, contra 26,5% em janeiro e 30,9% em fevereiro do ano passado.
Juros do cheque especial e do crédito pessoal recuam em fevereiroVolume de crédito sobe 0,8% em fevereiro, aponta BCBC prevê aumento de 23% no crédito concedido por bancos em 2010
Na média entre as duas modalidades, a taxa chegou a 34,3% ao ano, contra 35,1% em janeiro. Em fevereiro de 2009, o número estava em 41,3%.
Inadimplência
Já a inadimplência no pagamento dos empréstimos caiu em fevereiro para 5,3%, contra 5,5% no mês anterior. Em fevereiro de 2009, a inadimplência estava em 4,8%.
Para pessoas físicas, a taxa caiu para 7,2%, a menor desde junho de 2008, contra 7,7% em janeiro deste ano. Em relação aos empréstimos feitos para empresas, a inadimplência foi de 3,7%. São considerados inadimplentes os empréstimos com atraso superior a 90 dias.
Os juros de empréstimos bancários para pessoa física atingiram em fevereiro 41,9% ao ano, a menor taxa desde o início da série histórica, em 1994, segundo dados divulgados nesta terça-feira pelo Banco Central.
Em janeiro, havia sido de 43% e, em fevereiro do ano passado, no auge da crise econômica, a taxa média era de 52,6%.
Para linhas destinadas a pessoas jurídicas, a taxa média foi de 25,9% ao ano, contra 26,5% em janeiro e 30,9% em fevereiro do ano passado.
Juros do cheque especial e do crédito pessoal recuam em fevereiroVolume de crédito sobe 0,8% em fevereiro, aponta BCBC prevê aumento de 23% no crédito concedido por bancos em 2010
Na média entre as duas modalidades, a taxa chegou a 34,3% ao ano, contra 35,1% em janeiro. Em fevereiro de 2009, o número estava em 41,3%.
Inadimplência
Já a inadimplência no pagamento dos empréstimos caiu em fevereiro para 5,3%, contra 5,5% no mês anterior. Em fevereiro de 2009, a inadimplência estava em 4,8%.
Para pessoas físicas, a taxa caiu para 7,2%, a menor desde junho de 2008, contra 7,7% em janeiro deste ano. Em relação aos empréstimos feitos para empresas, a inadimplência foi de 3,7%. São considerados inadimplentes os empréstimos com atraso superior a 90 dias.
Em janeiro, havia sido de 43% e, em fevereiro do ano passado, no auge da crise econômica, a taxa média era de 52,6%.
Para linhas destinadas a pessoas jurídicas, a taxa média foi de 25,9% ao ano, contra 26,5% em janeiro e 30,9% em fevereiro do ano passado.
Juros do cheque especial e do crédito pessoal recuam em fevereiroVolume de crédito sobe 0,8% em fevereiro, aponta BCBC prevê aumento de 23% no crédito concedido por bancos em 2010
Na média entre as duas modalidades, a taxa chegou a 34,3% ao ano, contra 35,1% em janeiro. Em fevereiro de 2009, o número estava em 41,3%.
Inadimplência
Já a inadimplência no pagamento dos empréstimos caiu em fevereiro para 5,3%, contra 5,5% no mês anterior. Em fevereiro de 2009, a inadimplência estava em 4,8%.
Para pessoas físicas, a taxa caiu para 7,2%, a menor desde junho de 2008, contra 7,7% em janeiro deste ano. Em relação aos empréstimos feitos para empresas, a inadimplência foi de 3,7%. São considerados inadimplentes os empréstimos com atraso superior a 90 dias.
Os juros de empréstimos bancários para pessoa física atingiram em fevereiro 41,9% ao ano, a menor taxa desde o início da série histórica, em 1994, segundo dados divulgados nesta terça-feira pelo Banco Central.
Em janeiro, havia sido de 43% e, em fevereiro do ano passado, no auge da crise econômica, a taxa média era de 52,6%.
Para linhas destinadas a pessoas jurídicas, a taxa média foi de 25,9% ao ano, contra 26,5% em janeiro e 30,9% em fevereiro do ano passado.
Juros do cheque especial e do crédito pessoal recuam em fevereiroVolume de crédito sobe 0,8% em fevereiro, aponta BCBC prevê aumento de 23% no crédito concedido por bancos em 2010
Na média entre as duas modalidades, a taxa chegou a 34,3% ao ano, contra 35,1% em janeiro. Em fevereiro de 2009, o número estava em 41,3%.
Inadimplência
Já a inadimplência no pagamento dos empréstimos caiu em fevereiro para 5,3%, contra 5,5% no mês anterior. Em fevereiro de 2009, a inadimplência estava em 4,8%.
Para pessoas físicas, a taxa caiu para 7,2%, a menor desde junho de 2008, contra 7,7% em janeiro deste ano. Em relação aos empréstimos feitos para empresas, a inadimplência foi de 3,7%. São considerados inadimplentes os empréstimos com atraso superior a 90 dias.
Gilmar Mendes diz que emenda de Iben é Inconstitucional
O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, disse nesta segunda-feira que a “Emenda Ibsen” –que reviu a distribuição dos royalties do petróleo dentro do projeto de partilha dos royalties do pré-sal– é baseada em uma lei que foi considerada inconstitucional pela Suprema Corte.A lei em questão é o artigo 2º da Lei Complementar 62, de 1989, que define os critérios de rateio do FPE (Fundo de Participação dos Estados), que o STF considerou inconstitucional no final de fevereiro. Na ocasião, a instância máxima da justiça brasileira determinou que a forma de redistribuição dos recursos do Fundo seja revista até o final de 2012 por meio de uma nova lei.A regra foi criada em 1989 e dá prioridade na distribuição dos recursos para os Estados das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, que ficam com 85% do bolo. Essa forma de distribuição deveria durar apenas dois anos, mas seguia valendo até hoje.“O Supremo Tribunal Federal declarou a inconstitucionalidade da lei do FPE, exatamente a lei que dá para para essa nova lei da distribuição dos royalties. O Supremo, na verdade, disse que a lei é inconstitucional, mas continuará em vigor por 36 meses”, disse Mendes após participar de evento na sede do Corinthians, no Parque São Jorge (zona leste de São Paulo).“Esse debate amplo terá que ser continuado. O Brasil terá que discutir todas essas questões, não só a distribuição do pré-sal, royalties e tudo, mas também o novo critério do Fundo de Participação dos Estados.”A “Emenda Ibsen” –que ganhou essa alcunha em homenagem a seu propositor, o deputado federal Ibsen Pinheiro (PMDB-RS)–, aprovada há duas semanas na Câmara, diz que todos os royalties do petróleo devem seguir como regra de distribuição o FPE, inclusive a dos contratos já existentes. Com isso, os Estados produtores, como Rio de Janeiro e Espírito Santo, deverão ter uma grande perda de arrecadação.Segundo o presidente do STF, esse “problema” na Emenda Ibsen abre mais uma oportunidade para que seja discutida uma nova forma de redistribuição de recursos entre os Estados.“É uma discussão política e é uma discussão interessante e relevante para o modelo federativo”, apontou.
CPI dos Royalties
A vereadora do PT Odissea insiste na CPI dos royalties para investigar como foi aplicado a verba no Município de Campos dos Goytacazes/RJ., nos últimos 20 anos.
Diante de tal fato não posso deixar de fazer uma simples pergunta a Vereadora Odessia, para que investigar o que tudo campista sabe?. Pois é só observar como a cidade de Campos dos Goytacazes se encontra para concluir onde foi parar o dinheiro dos royalties.
Talvez a melhor posição no presente momento é unir forças, mesmo com divergências políticas, e lutar pela manutenção dos royalties.
Fiscalizar a aplicação do dinheiro dos royalties, na minha humilde opinão deve haver daqui por diante, pois como diz o ditado popular " águas passadas não movem moinho".
Diante de tal fato não posso deixar de fazer uma simples pergunta a Vereadora Odessia, para que investigar o que tudo campista sabe?. Pois é só observar como a cidade de Campos dos Goytacazes se encontra para concluir onde foi parar o dinheiro dos royalties.
Talvez a melhor posição no presente momento é unir forças, mesmo com divergências políticas, e lutar pela manutenção dos royalties.
Fiscalizar a aplicação do dinheiro dos royalties, na minha humilde opinão deve haver daqui por diante, pois como diz o ditado popular " águas passadas não movem moinho".
terça-feira, 2 de março de 2010
Princípio da Inércia - art. 2o do CpC
Art. 2o Nenhum juiz prestará a tutela jurisdicional senão quando a parte ou o interessado a requerer, nos casos e forma legais.
PRINCÍPIO: Inércia Judicante
EXCEÇÃO AO PRINCÍPIO DA INÉRCIA: Arts. 989, 1.113, 1.142 (além de outros)
OUTROS ARTIGOS: 262 e 460
O art. 2º consagra, em si, o princípio da inércia judicante. O texto legal é de clareza impar, ao afirmar que nenhum juiz prestará a tutela senão quando provocado. A provocação, neste caso, se dá por meio do direito de ação, consagrado na Constituição.
Art. 989. O juiz determinará, de ofício, que se inicie o inventário, se nenhuma das pessoas mencionadas nos artigos antecedentes o requerer no prazo legal.
Art. 1.113. Nos casos expressos em lei e sempre que os bens depositados judicialmente forem de fácil deterioração, estiverem avariados ou exigirem grandes despesas para a sua guarda, o juiz, de ofício ou a requerimento do depositário ou de qualquer das partes, mandará aliená-los em leilão
Art. 1.142. Nos casos em que a lei civil considere jacente a herança, o juiz, em cuja comarca tiver domicílio o falecido, procederá sem perda de tempo à arrecadação de todos os seus bens.
Assinar:
Postagens (Atom)